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Plastic Sea (PT) — What's Left, Página 25

Por Inkroost · Publicado em

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Transcrição

Painel 1: Uma longa sombra cai sobre Roka, enrolado numa lona junto a um barril com o pato. Turp se agiganta sobre ele, empunhando um gancho de barco; Pancar está atrás. Turp: “De pé, náufrago.” Painel 2: Pancar ergue Roka; a lona cai. Turp: “Regra do capitão.” “Quem tiramos do mar trabalha.” Painel 3: Turp aponta com o gancho de barco para uma escotilha aberta, de onde vem um brilho alaranjado. Turp: “Você faz as rodas girarem, come.” “Se parar de trabalhar, não come.” Painel 4: Pancar empurra Roka para a escada de aço que desce; Roka agarra os corrimãos, com o pato enfiado na jaqueta. Turp: “O turno começa no próximo toque do sino.”

Descrição da imagem

Os guardas erguem Roka e lhe dizem a regra do capitão: quem é pescado do mar tem de fazer as rodas girarem para comer; Pancar o empurra escada abaixo até as rodas.

Sobre este capítulo

In the dark at the bottom of the sea, something is counting. On Candyreef, a candy-coloured island of floating trash, Roka wakes to a water bag in the face from his street crew, lifts breakfast from the old woman who would have fed him anyway, and tells the kid who follows him that he doesn't owe anybody. Then the gulls lift all at once, and a Maw eats half the island. A day and a night alone at sea later, the Garden Ship fishes him out and orders him to walk its treadwheels for fish heads. Roka is nobody's slave, so he goes looking for something to steal instead, and breaks into a barnacled case dredged from the seabed. The silver dust inside climbs into his arm and says hello. It is polite. It is curious. It wants every human dead. And it has just started counting again.