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Plastic Sea (PT) — What's Left, Página 24

Por Inkroost · Publicado em

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Transcrição

Quadro 1: No convés principal, sob velas remendadas, Roka está sentado, enrolado numa lona azul, encostado a um barril azul. Nane se ajoelha ao lado dele com uma garrafa de água. Nane: 'Goles pequenos.' 'Tem nome?' Quadro 2: Roka bebe, com os olhos fundos. Roka: 'Roka.' Nane faz uma pausa. Nane: 'Roka? Isso é nome de jardim.' Quadro 3: Um sino de latão toca, e Nane se vira para ir embora. Roka: 'Um quê?' Nane: 'Deixa pra lá. Não se afaste.' Quadro 4: Sozinho, encostado ao barril, Roka olha para o pato amarelo em suas mãos, entorpecido.

Descrição da imagem

No convés do navio, Nane dá água a Roka e vai embora ao ouvir o sino; sozinho, Roka encara, entorpecido, o pato amarelo.

Sobre este capítulo

In the dark at the bottom of the sea, something is counting. On Candyreef, a candy-coloured island of floating trash, Roka wakes to a water bag in the face from his street crew, lifts breakfast from the old woman who would have fed him anyway, and tells the kid who follows him that he doesn't owe anybody. Then the gulls lift all at once, and a Maw eats half the island. A day and a night alone at sea later, the Garden Ship fishes him out and orders him to walk its treadwheels for fish heads. Roka is nobody's slave, so he goes looking for something to steal instead, and breaks into a barnacled case dredged from the seabed. The silver dust inside climbs into his arm and says hello. It is polite. It is curious. It wants every human dead. And it has just started counting again.